quinta-feira, 31 de março de 2011
Origem dos Sinais Matemáticos
terça-feira, 29 de março de 2011
POEMA MATEMÁTICO
Cadê o R$1,00?
domingo, 6 de março de 2011
O triângulo amoroso
(HERALDO BRITO PINHEIRO)
sábado, 5 de março de 2011
Você conhece a lenda do XADREZ?
NÚMEROS: Abundantes, perfeitos e deficientes
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Como fazer tangram com dobradura

Assim, dizemos que um Tangram possui dois triângulos grandes, três triângulos menores, um paralelogramo e um quadrado.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Você conhece o número mágico?
1. Na Psicologia (Cognição)
Talvez você esteja se referindo ao "Número Mágico 7, mais ou menos 2". É uma teoria famosa do psicólogo George Miller, que sugere que a capacidade da nossa memória de curto prazo (ou memória de trabalho) é limitada a cerca de 7 itens (podendo variar entre 5 e 9) que conseguimos manter na mente simultaneamente.
2. Na Física (Física Nuclear)
Existem os chamados "números mágicos" (2, 8, 20, 28, 50, 82, 126). Eles representam o número de prótons ou nêutrons em um núcleo atômico que conferem ao núcleo uma estabilidade excepcional. Isso acontece porque esses números correspondem a camadas completas de prótons ou nêutrons dentro do modelo de camadas do núcleo.
3. Na Programação
O termo "número mágico" também é usado de forma pejorativa (um anti-pattern). Refere-se a usar valores numéricos "soltos" diretamente no código, sem explicação ou constantes nomeadas, o que torna o código difícil de manter.
Você estava pensando em algum desses, ou se referia a algo como o Número de Ouro (proporção áurea, aproximadamente 1,618) ou talvez alguma curiosidade matemática específica?
A "Mágica" da Memória: Uma representação visual de uma mente humana processando blocos de informação (para ilustrar o limite de Miller).
A Estabilidade Atômica: Um diagrama artístico de um núcleo atômico estável, destacando as camadas (os "números mágicos" da física).
O Número de Ouro: Uma visualização matemática da Proporção Áurea ($\phi \approx 1,618$) aplicada a uma espiral clássica na natureza ou na arte.
domingo, 28 de novembro de 2010
A origem e a história do tangram
O Milenar Quebra-Cabeça de Sete Peças: A Fascinante História do Tangram
Você já se perguntou como sete formas geométricas simples podem criar um universo inteiro de possibilidades? O Tangram é mais do que um passatempo; é um dos enigmas mais antigos e persistentes da humanidade, unindo matemática, arte e filosofia.
1. As Origens: Do Jantar à Arte
Embora suas origens exatas sejam envolvidas em lendas, acredita-se que o Tangram tenha surgido na China, possivelmente durante a Dinastia Song. A história popular conta que um monge entregou a um discípulo um quadrado de cerâmica e a missão de viajar pelo mundo registrando suas belezas — mas, ao quebrar o quadrado em sete partes, o discípulo percebeu que poderia reconstruir todas as formas que via.
2. A Magia das Sete Peças (Tan)
O Tangram é composto por sete peças chamadas tans:
5 triângulos de tamanhos diferentes.
1 quadrado.
1 paralelogramo.
O desafio é simples na regra, mas complexo na execução: usar todas as sete peças para formar uma figura específica, sem que elas se sobreponham. As combinações são virtualmente infinitas, representando animais, objetos, letras e figuras humanas.
3. A "Tangramania" no Ocidente
No início do século XIX, o Tangram atravessou os oceanos e chegou à Europa e aos Estados Unidos através das rotas comerciais marítimas. Foi uma verdadeira "febre"! Intelectuais, crianças e adultos ficaram fascinados com as possibilidades lógicas do jogo. Ele rapidamente se tornou um dos primeiros fenômenos globais de "quebra-cabeça de salão".
4. O Legado: Educação e Criatividade
Hoje, o Tangram ocupa um lugar de honra nas salas de aula de todo o mundo. Ele é uma ferramenta pedagógica poderosa para:
Geometria: Ensinar conceitos de área, perímetro e propriedades das formas.
Raciocínio Lógico: Desenvolver a percepção espacial e a resolução de problemas.
Design e Arte: Explorar a criatividade e o minimalismo visual.
Por que brincar de Tangram hoje?
Em um mundo saturado por telas, o Tangram nos convida a uma pausa analógica. Ele nos lembra que, com paciência e um olhar atento, podemos encontrar novas formas a partir de estruturas que parecem fixas.
E você, já tentou montar algum desafio de Tangram hoje?








